profile_02Meu primeiro emprego foi, como não poderia deixar de ser, em uma agência de viagem. Claro que aprendia muito sobre aviação, sobre hotelaria, sobre traslados. Mas, o que gostava mesmo, era quando um turista de fora do país entrava na sala empoeirada da velha empresa e me contava as histórias do seu mochilão pela América do Sul. Tinha de tudo: Australianos, holandeses, alemães, franceses, americanos e por aí vai. Eu me encantava pelas histórias, não pelos destinos.

Com vinte e dois anos, já estudando publicidade (Nada a ver com turismo, mas alguém precisa pagar as contas de tantas viagens), eu embarquei na primeira aventura séria: Fui trabalhar na Disney, em Orlando. O lugar mais feliz da Terra era perfeito para conhecer o mundo em um pequeno espaço de terra e de tempo e, desde então, meu passaporte não parou de ser carimbado. Viajar pela primeira vez para fora do país para um lugar tão amigável me fez quebrar os paradigmas e os pré-conceitos que as pessoas tem sobre lugares, sobre custos, sobre línguas, sobre custos. Aprendi de uma vez por todas que viajar é barato, é eterno, é transcendental.

Hoje, posso estar parado no mesmo lugar por meses que, mesmo assim, considero estar viajando, seja com a mente ou com o corpo. Descobrindo minha própria cidade (Hoje me divido entre São Paulo, novamente, e Hamburg na Alemanha, onde a empresa que trabalho fica) ou pegando um avião por vinte horas rumo ao desconhecido, não importa. O trajeto e o planejamento da próxima viagem é a metáfora perfeita da vida: Estabeleça seu próximo objetivo, descubra como alcançar, estude e trabalhe pra isso e, depois, aproveite.

E nada pode ser melhor aproveitado que viajar.

Vamos?

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